“Com ele, as possibilidades são promissoras” – José Luiz Farina

José Luiz Farina - Presidente Dante Alighieri

Existem cargos que, pela sua própria tradição, dispensam quaisquer outras referências curriculares para bem credenciar seus ocupantes. A menção da instituição já é suficiente para qualificar quem a assume. O Colégio Dante Alighieri, de São Paulo, inscreve-se nesse caso. De modo que o advogado e educador José Luiz Farina, seu presidente, além de incorporar naturalmente o aval, tem atrás de si um belo histórico que o ratifica.

O Colégio Dante Alighieri criado em 1911 tem como um de seus fundadores o lendário Conde Rodolfo Crespi (1874-1939). Dele, para atestar sua determinação, basta dizer que chegou ao Brasil em 1893 e que, oito anos depois, erguia na Mooca uma fábrica têxtil de três andares. Desde sua fundação, a escola se constituiu em um bem vindo enclave cultural ítalo-brasileiro entre nós, tendo, no início, o italiano como língua oficial. Previsivelmente, caracterizou-se desde o início pela alta qualidade do ensino, algo, porém, esperado de uma nação que deu ao mundo o Renascimento. O colégio ocupa uma área com cerca de 20 mil m² em plena área nobre da capital paulista e nela abriga cinco prédios de estudos, batizados com nomes de excelência cultural; Leonardo Da Vinci, Ruy Barbosa, Galileo Galilei, Victor Américo Fontana e Michelangelo.

Entrada do Colégio Dante Alighieri

No depoimento a seguir, o presidente Farina explica as razões que o levaram a endossar a candidatura do desembargador Walter Fanganiello Maioerovitch como deputado ao Parlamento italiano nas eleições de março próximo.

“Sou amigo do desembargador Walter Fanganiello Maierovitch. Entre outros antigos, somos contemporâneos da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Nesses anos, aprendi a admirar suas qualidades de ser humano e cidadão. Porém, meu apoio à sua candidatura ao Parlamento italiano como deputado vai além dessas circunstâncias que justificariam uma adesão dessa natureza considerando a integridade determinada e os bons propósitos implícitos. Ocorre que Walter é um jurista de reconhecida competência como defensor das leis e das instituições nas melhores perspectivas dos valores civilizatórios. Nessa condição estão embutidos desde os justos interesses de nível pessoal dos ítalo-brasileiros como questões coletivas essenciais que orbitam em torno do Brasil e Itália, somados às demais nações sul-americanas com presença italiana. Tenho certeza, por exemplo, de que haveria mais intercâmbios proveitosos para as comunidades, em variados campos, se houvesse representantes da comunidade brasileira como ele no Parlamento italiano.  Ele saberá identificar as razões e instrumentos para realizá-los. Por outro lado, ao par desses recursos, ele conhece em profundidade a realidade brasileira e italiana. Os dois países têm muito a se beneficiar. São promissoras as possibilidades nesse sentido.

A rigor, os dois países já estão colhendo bons resultados com sua candidatura antes das eleições. Explicando melhor. Essas eleições nunca foram devidamente valorizadas em nosso país e quem perde com a abstenção são as duas comunidades. Temos hoje cerca de 400 mil passaportes italianos no Brasil. Basta calcular os benefícios que a participação traria, tanto no atendimento às reivindicações como no fortalecimento democrático, se fosse bem mais expressiva. Nesse cenário, o nome der Walter, com a sua estatura, já está enriquecendo e popularizando o pleito, colocando em exposição sua dimensão e natureza. Acredito que será, para melhor, um divisor de águas.

Por fim, devo dizer que aqui no Colégio Dante Alighieri, nossos alunos também aprendem a ser cidadãos. Por isso, coerentemente, apoiamos Walter.”

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here