Quanta honra, embaixador Ricupero

Este espaço foi criado para ser um espelho do desembargador Walter Fanganiello Maierovitch junto aos eleitores que vão escolher os deputados da  América do Sul ao Parlamento Italiano nas eleições de março próximo. Ele é candidato pelo partido Articolo Uno.

A palavra espelho foi usada no sentido de transparência, para Walter Fanganiello Maierovitch fazer seu posicionamento sobre temas relevantes, de modo a dizer a que veio. A rigor, este é o papel de todos editoriais. Portanto, seu primeiro papel, na inauguração desse site, que se dá nesta data, sete de agosto de 2017, seria o de apresentar, oficialmente, suas futuras ações como parlamentar. Sua plataforma de campanha.

Porém, um fato relevante alterou nossos planos. Foi o apoio antecipado do Ministro Rubens Ricupero antes que a campanha fosse lançada.O ministro Ricupero, 80 anos, prestou, como diplomata e professor, uma infinidade de excelentes serviços ao Brasil. Aliás, nos representou muito bem na Itália como embaixador. Mas seu papel mais importante, no nosso julgamento, tem a ver com o Plano Real. Como Ministro da Fazenda do Presidente Itamar Franco, ele conduziu a equipe que o idealizou e implantou: Pérsio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha, Clóvis Carvalho, Winston Frisch, entre outros.

O seu apoio nasceu imediato e incondicional. Foi uma privilegiada e honrosa prova de confiança. Quando há uma adesão de alguém com as credenciais de Rubens Ricupero –competência, erudição, honestidade, dignidade, para lembrar algumas de suas facetas – um candidato pode se sentir confortável e realizado. Fica praticamente legitimado sobre seus bons propósitos e capacidade. Contudo o seu ônus, pesado, diga-se de passagem, é o de corresponder ao grandioso atestado que segue abaixo

Li com emoção seu belo texto explicando por que deseja ser deputado ao Parlamento italiano. Encontrei no texto inúmeros pontos de afinidades e convergências com minhas convicções, meus gostos, minha maneira de pensar sobre a Itália e o Brasil, a italianidade, o modo de fortalecê-la. Seria interminável listar os pontos, mas não resisto a mencionar alguns. A ligação entre o povo de Israel e a Itália (sou estudioso da tradição sefardita e me sinto, como cristão, parte da comunidade dos filhos de Abraão), a admiração pelas obras de Primo Levi, o desejo de que importássemos do direito italiano algumas das instituições que Você lista, os vínculos com a Itália meridional (no seu caso, o Molise do grande romancista Francesco Jovine, autor de Le terre del Sacramento, minha mãe se chamava Assunta Jovine), idêntica paixão em ajudar a fazer renascer a cultura italiana que floresceu em São Paulo nos anos 1910 e 1920, enfim tanta coisa que vou parar por aqui. Tudo isso apenas para reiterar o que já lhe afirmeipessoalmente: conte comigo para ajudar na sua campanha, inclusive por meio de mensagem endereçada aos nossos conterrâneos omissos no cumprimento do dever de votar.” (Rubens Ricupero).

PS – Além do mais, para nossa satisfação, Rubens Ricupero vem de uma família italiana do Brás. É um legítimo PO (puro de origem).Isso mais nos envaidece, valoriza e dimensiona seu apoio.Voltaremos a falar dele e da plataforma de campanha de Walter Fanganiello Maierovitch neste nosso espaço, que, naturalmente, também está aberto a vocês. Sejam bem vindos!

Comissão de Campanha

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