O novo está amanhecendo – Denise Frossard

Carangola é uma típica cidade mineira da Zona da Mata, encostada na divisa entre o estado do Rio de Janeiro e o Espírito Santos, a 357 km de Belo Horizonte. Para ser absolutamente fiel às suas raízes mineiras, assenta a sua economia sobre o café e o leite. Ali nasceu a juíza Denise Frossard que, em 1993, ganhou notoriedade em todo Brasil e no Exterior  por  seu papel de juíza com competência, dignidade e, sobretudo, destemor. Condenou 14 famosos contraventores cariocas. Não foi uma batida de martelo comum, pois os condenados alcançados pela Justiça eram  tidos como intocáveis. A rigor, foi uma espécie de Operação Lava-Jato regional. Ou um ensaio a respeito. Atualmente aposentada, ela prossegue atenta e militante, conforme revela neste depoimento de apoio à candidatura do desembargador Walter Fanganiello Maierovitch ao parlamento italiano.

“ Eu tenho muitas razões para apoiar Walter Fanganiello Maierovitch nas eleições ao parlamento italiano. Todas elas têm como eixo suas qualidades de ser humano e homem público, que o credenciam para se fazer ouvir em qualquer casa legislativa do Brasil e da Itália. Porém, vou me ater a duas pelas afinidades com a minha própria trajetória. Uma delas se refere à nossa militância comum na Justiça. Ambos fomos juízes, uma atividade que, diuturnamente, pela sua prática, nos faz examinar a vida por aquilo que é justo e injusto à luz do Direito na sua condição de base da civilidade.  Portanto, penso que posso avaliar suas promissoras possibilidades nesse terreno como deputado. A outra razão é o pleno entendimento da sua iniciativa em entrar para a política a partir da minha experiência. A Magistratura me levou à política ao despertar a vontade de fazer alguma coisa pelo país e pela sociedade dos homens. Fui deputada federal pelo Rio de Janeiro. Não podemos esquecer que o exercício da Democracia é feito de ouvir e de tentar convencer.

Também sei que Walter Fanganiello Maierovitch, depois de se aposentar, adotou definitivamente o hábito de fazer palestras para jovens. Isso nos aproxima. Eu estou muito voltada para o novo, inclusive na política. Estamos assistindo a um  desmoronamento e os jovens não querem mais saber de escombros. Nós devemos nos aproximar deles com a nossa experiência no sentido de preservar as boas práticas que restaram e apresentar bons e novos horizontes. Walter se move com desenvoltura nesse cenário. Como deputado ele terá meios de materializar suas idéias”.

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